Vírus de Computador e Segurança de Dados
página atualizada em 09/07/2000
Continuamos ainda a questionar o mundo "Underground" prosseguindo com um texto que expressa a ação contínua no mundo atual.
Muito se fala sobre o vírus I Love You. É tanto que nem vale a pena, neste momento falar mais ainda sobre ele, para isto, basta que você consulte qualquer provedor. Por ora vamos continuar um trabalho que tem e precisa de seqüência.
1992: HISTERIA E VÍRUS MACHINES |
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O ano de 1992 foi marcado por uma crise histérica. Se tornou evidente que a população pouco conhecia a respeito de vírus e que a mídia adorava alimentar o pânico a incentivar o bom senso. Um vírus descoberto em 1991 tinha se mantido obscuro até então. Seu payload podia apagar o disco rígido. A data de gatilho dele era 6 de Março, o dia do nascimento de Michelangelo. O nome pegou. |
Meus comentáriosÉ de textos ricos em informações básicas que compreendemos mais claramente como os vírus tem um poder de propagação tão alto. É na união de esforços individuais aliado á métodos de comunicação e máquinas de produção de vírus, mais fábricas do que a Búlgara. É contra esse tipo de ação que muitas vezes pretendemos agir. Sinta a fragilidade do usuário contra esse tipo de ação. Também chama a atenção o fato de muitas empresas inicialmente terem utilizado parte do código virótico como referência para identificar o vírus. Até o surgimento dos chamados polimórficos isso era prática comum, entretanto, o surgimento deste inutilizou o processo de detecção tornando necessário a criação de novos métodos. Naquela época, o Instituto Patricia Hoffman, trabalhando conjuntamente com a McAfee criou os primeiros padrões. Isso causou críticas no meio técnico pelo "protecionismo" sugerido na época do Instituto pela McAfee. Protetores com tecnologia Heurística foram chamados de ineficazes - na época o Thunderbird Anti vírus. Veja que no entanto, hoje em dia é um método utilizado inclusive pela McAfee e pela Norton Não é minha intenção criticar especificamente quem quer que seja, sou apenas o observador técnico e, sinto de uma maneira geral a fragilidade dos "anti-vírus" diante de um processo antigo e ininterrupto da criação de "máquinas de destruição". Como se já não bastasse as dificuldades naturais dos sistemas existentes e ainda somos sujeitados à indivíduos - sim, indivíduos ao pé da letra, com todo o egoísmo inerente - que pela falta de oportunidade insistem em atuar no outro time, ou, estranhamente mudam de time em troca de salários astronômicos. Não são poucos aqueles que usam esta "ponte" para ocupar cargos altamente técnicos. Saibam que os maiores salários pagos à profissionais técnicos da área é para ex-hackers. Boa Reflexão
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Me escreva contando fatos e fazendo perguntas. Sempre estarei, dentro do possível, respondendo dúvidas e aconselhando no que for possível.